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Projeto da Casa do Carnaval concorre ao “Prêmio ArchDaily Brasil Obra de 2018″

O projeto da Casa do Carnaval, que integra os investimentos previstos no eixo Centro Histórico do programa Salvador 360, está concorrendo como um dos projetos que causaram o maior impacto na arquitetura no Brasil e demais países de língua portuguesa, através do “Prêmio ArchDaily Brasil Obra do Ano 2018”, na categoria Arquitetura Cultural. A Casa do Carnaval foi inaugurada no dia 5 de fevereiro pela Prefeitura Municipal de Salvador e funciona de terça a domingo, das 11h às 19h, na Praça da Sé



O projeto da Casa do Carnaval, que integra os investimentos previstos no eixo Centro Histórico do programa Salvador 360, está concorrendo como um dos projetos que causaram o maior impacto na arquitetura no Brasil e demais países de língua portuguesa, através do “Prêmio ArchDaily Brasil Obra do Ano 2018”, na categoria Arquitetura Cultural. A Casa do Carnaval foi inaugurada no dia 5 de fevereiro pela Prefeitura Municipal de Salvador e funciona de terça a domingo, das 11h às 19h, na Praça da Sé.

 

A votação é feita pelo site de arquitetura mais visitado do mundo, o www.archdaily.com.br, e os leitores filtrarão centenas de projetos de países lusófonos como Brasil, Portugal, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Timor-Leste, Guiné Equatorial, Macau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, publicados em 2017, para selecionar as melhores obras construídas em território de língua portuguesa.

 

De um universo de centenas de obras publicadas em 2017, os leitores escolherão seus favoritos, dos quais os 15 mais votados passarão à segunda fase de votação do Prêmio. Os 15 projetos com o maior número de nomeações avançarão para a etapa de votação e o anúncio será realizado no dia 20 de março. As obras vencedoras serão anunciadas no dia 28 de março.

 

O titular da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur), Sérgio Guanabara comemorou com entusiasmo a indicação ao prêmio. “A notícia foi recebida com muita alegria por todos os envolvidos nesse projeto da Casa do Carnaval, um equipamento de extrema riqueza para a cultura de nossa cidade e história e que foi elaborado de forma muito minuciosa e cuidadosa para que pudéssemos entregar aos moradores um espaço rico tanto cultural quanto arquitetonicamente”, destacou o gestor.

 

Projeto – A Casa do Carnaval possuiu uma área de 1340.0 m2 e foi projetada pela A&P Arquitetura e Urbanismo, tendo como arquiteto responsável Alexandre Prisco e como coautor Nivaldo Andrade. O projeto elaborado a partir de 2015 se baseia nas reflexões de Marco Dezzi Bardeschi, para quem o patrimônio edificado corresponde a um palimpsesto, “uma forma de escritura que não se faz sobre ou às custas do texto existente” e que deve “respeitar estratificações, complexidades, heterogeneidades do construído”.

 

A vista, a partir da Baía de Todos os Santos, das Cidades Alta e Baixa, separadas pela encosta verde, é a imagem mais recorrente e representativa de Salvador. A edificação é parte fundamental do próprio frontispício da capital baiana e compõe o Conjunto Arquitetônico, Paisagístico e Urbanístico do Centro Histórico de Salvador. Além da edificação eclética propriamente dita, com dois pavimentos mais subsolo, constava de um acréscimo realizado posteriormente entre esta e o Plano Inclinado Gonçalves, adotando as linhas gerais da edificação principal. Assim, os autores decidiram conservar quase integralmente a edificação eclética principal: suas fachadas, suas paredes autoportantes, as colunas localizadas no grande salão do pavimento térreo e as lajes de cada pavimento.

 

Casa do Carnaval – O espaço conta com maquetes, roupas e instrumentos emprestados por artistas da festa, fotos e documentos históricos, além dois cinemas onde os visitantes podem aprender ritmos caracterizados e com a ajuda de monitores. As instalações oferecem ainda ferramentas e instrumentos que possibilitam o uso de tecnologias, como projeções, áudios e realidade virtual, que conferem interatividade ao acervo da casa.

 

Está à disposição ainda uma biblioteca de livros relacionados ao Carnaval, além da Sala das Origens, que exibe 200 bonecos feitos com cerâmica, representando figuras típicas de Momo na cidade, como o cordeiro, os Filhos de Gandhy e alguns dos principais cantores, feitos pela artesã Cibele Sales. A Casa do Carnaval ainda possibilita acesso à memória do Carnaval do interior por meio da exposição de fantasias reais dos Cães de Jacobina e dos Caretas de Maragogipe.

 

Roupas e fantasias icônicas de cantores da Axé Music, como Ivete Sangalo, Daniela Mercury e Carlinhos Brown e de blocos afro também podem ser conferidas de perto. Nas duas salas de cinema da Casa, no primeiro andar, os visitantes podem viver a experiência da folia, por meio de adereços como mamãe-sacode, fantasia e até instrumentos de percussão. Nelas são exibidos filmes que ensinam como dançar 11 coreografias do Carnaval.

data de publicação: 14 de março de 2018 - última revisão: 16/03/2018, 08:43

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